Sejam bem - vindos (as):

Aqui você encontrará textos, lançados aos ventos, alguns escritos por mim mesma, outros, lidos e repassados. Posso dizer que faço deles meu abrigo e aconchego! Na maioria das vezes, esses textos traduzem exatamente o que sinto e revelam-me na essência...



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008


Eu não sei dizer ao certo o porquê, mas em muitos momentos me sinto estranha, me sinto só, mesmo que esteja rodeada de pessoas, me sinto triste, mesmo que boa parte da minha vida esteja bem... É tão estranho pensar, ou tentar analisar o porquê dessas sensações, desses sentidos e dos pensamentos tristes!
Imagino como podem caber tantas coisas de seguimentos opostos em tão pouco espaço que é a nossa mente, porque na minha cabeça determinadas coisas só deveria estar viva durante certo período, e depois o certo seria tudo se assemelhar o pó, sem necessidade de reposição, o que quase nunca acontece. Depois percebo que: ninguém cresce o suficiente para que se percam na memória as alegrias ou tristezas vividas.
Eu já quis sair correndo o mais rápido possível para algum lugar que pelo menos por um segundo, não tivesse nada que fizesse mal a mim mesma, mas por diversas, depois de tanto quebrar a cara, acabei por ver que isso é mera ilusão, eu sei, é a velha mania da persistência, cometendo os mesmos erros, sempre na esperança de que tudo vai ser melhor...
Percebi, não é de agora que no mundo em que se vive já não se podem distinguir entre a “miséria psíquica dos nossos pensamentos” e a “vida real” uma vez que ambas padecem no vazio de um abismo semelhante... Eis mais um dos mistérios da vida!



Boas energias!

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

"Eu acredito em príncipe encantado chegando a cavalo branco. É o sonho de menina que não deixei e que preencheram os pensamentos vazios por um tempo, o suficiente para se tornarem intensos. Sonhos são intensos, não são? Eu aprendi que a realidade é mais ainda. A explicação torna-se desnecessária, uma vez que não há sabedoria que explique determinadas sensações do amor. Seria tão normal compreender, se estes não fossem antigos mistérios da magia chamada vida. O tempo passa e como eu sobrevivo a ele? Acumulando-se junto às lembranças fica quase impossível distinguir. Imaginei como poderia caber tanto em tão pouco tempo... É como andar no escuro e saber que mesmo assim chegarei lá e aqueles velhos caminhos ficarão para trás, pois serão outros, cheios de brilho, de carinho, respeito e amor. São os coringas que possuo na manga e sou a mais sortuda do mundo por ter compreendido e ter percorrido os caminhos até você."



Boas energias!

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A arte do pensar...

"O saber é amargo: aqueles que mais sabem, mais profundamente choram a verdade fatal. A árvore do saber não é a árvore da vida." (Lord Byron)

Sobre os pensamentos...
Hoje estava pensando sobre as tantas vezes em que e veio o desejo súbito de arrancar os pensamentos de dentro do meu cérebro. Razão pela qual nas diversas vezes em que procurava respostas, consigo trazia outras perguntas fazendo com que não tivesse mais fim, se tornado um círculo infindável... Isso quando não me vinha o questionamento sobre a questão do eu, se bem que eu acho que todos fazem isso, o questionar da existência, da essência da alma e bem ao lado nos é dado algumas dores, incertezas amarguradas... Mas sabe o que eu descobri? Mesmo com milhões de chances de poder estar errada, de que nada do que escrever ou pensar tenha nexo... Que só vivem felizes aqueles que a vida é apenas para ser vivida, não para ser pensada. Com a mente limpa de qualquer impureza, na qual no seio da sua ignorância é a única que abriga a verdadeira sabedoria da vida... No entanto é na busca pelo conhecimento, seja ele inato ou não que está a nossa essência e toda a nossa existência! É pela capacidade de raciocínio que nos distinguimos de todos os outros animais. Cada vez que nos dedicarmos ao conhecimento, mais perto estaremos de desvendar todos os mistérios e tentar chegar o mais próximo das verdades. E cada vez mais nos afastamos do ponto de partido: o nada, o zero, a ignorância completa. Em um todo a felicidade está, no final no sentir o cérebro fervilhar num turbilhão de idéias. A dúvida que se vai enraizando dentro do homem cresce ao longo do percurso, levando ao desabrochar das mais belas flores na árvore do conhecimento. Essa árvore que o homem vai escalando incansavelmente e da qual nunca é capaz de vislumbrar o topo. Ou seja, viveremos, mas não deixaremos de pensar, pois faz parte para evoluirmos...



Boas energias!

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