"Se... ao acaso, um dia assim de repente, você me perguntasse como, de que maneira, ou quando.
Talvez eu dissesse: que me vi perdida.
Perdida fiquei, perdida estou.
Se então me perguntasse porque, porque você, logo você.
Então desta feita eu saberia o sim,
O dizer dos motivos: são muitos e tantos, incontáveis, incontestáveis.
(O sol é repetitivo, a lua também)
Por isso mesmo eu sei.
Ela jamais virá.
A pergunta.
Pois que ela seria o reconhecimento.
Um quase consentimento.
Não, ela não virá.
E não terei nunca a chance de responder.
Como, quando, de que maneira, porque, quanto, você..."
Créditos para Bianca!
☆
Boas energias!
;**
Sejam bem - vindos (as):
Aqui você encontrará textos, lançados aos ventos, alguns escritos por mim mesma, outros, lidos e repassados. Posso dizer que faço deles meu abrigo e aconchego! Na maioria das vezes, esses textos traduzem exatamente o que sinto e revelam-me na essência...
sábado, 12 de abril de 2008
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